quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Minha Primeira Tattoo
Well, seguindo a linha da Malú, este ano aconteceu minha primeira tattoo, na verdade não deu pra terminar porque ela não é muito pequenininha.
Foram 4 horas pra riscar e jogar preto e azul, ainda falta muito, muito vermelho, hehehehe...
Depois eu coloco uma foto dela, mas por hora, segue site referência do autor da obra.
http://www.tatuajesyaros.com.ar/news.php
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Potes de Perigo
PERIGO: Prejuízos e Delícias do Chuvisco
Os chuviscos são iguarias na forma de doces rarros, deliciosos, macios, caudalosos e selvagens. Seu surgimento é registrado por meados do século V na antiga região dos alpes da Xurupitócia, quando então era utilizado pelos bárbaros que consumiam o preparado com propósitos alucinógenos.
(Abaixo, bárbaros que consumiam chuvisco com propósitos alucinógenos)

Era comum o uso do chuvisco por estes guerreiros e suas famílias.
Os bárbaros ficavam doidões, e queriam cada vez mais e mais chuviscos.
Não havia necessidade de motivos especiais para comerem os chuviscos, eram utilizados por todos a qualquer hora do dia ou da noite.
De fato eles achavam que os chuviscos lhes concediam poderes mágicos, pois acreditavam que eram presentes dos deuses aos homens, e seria uma desonra abster-se deles.
Havia ainda ocasiões especiais e sagradas para os bárbaros consumirem felizes seus chuviscos, ou "xullviscows" onde grandes animais eram sacrificados, assados e comidos em cerimônias denominadas "Xull Rascow" do antigo amaranto para "churrasco",que significava "Bixos grandes caçados,assados com bebida e chuviscos pra caraca", como uma forma de agradecimento às divindades por terem enviado o chuvisco à Terra.
(O churrasco ficou bárbaro!)

Os historiadores citam este momento como sendo o marco de transição de controle sobre os chuviscos para sorrateiras e ardís velhinhas do interior da região, que , ao acolherem os ciganos em suas residências, roubaram deles o até então guardado milenar segredo dos chuviscos.

É extremamente difícil encontrar chuviscos na natureza. Algumas vezes você consegue encontrar chuviscos reproduzidos em cativeiro (como mostra a imagem ao lado) entretanto eles não possuem as características exatas do chuvisco caseiro selvagem.
Nem por isto, perdem seu valor de mercado ou deixam de ser apreciados pelos adeptos de seu consumo, mais conhecidos como "chuviscólatras". O chuviscólatra é uma vítima inocente e ingênua dos encantos do chuvisco, o que nos remete à lembrança da lenda das sereias, que agiam da mesma forma sutil e sedutora, com o simples objetivo de conquistar suas vítimas.
(Ao lado, figura dos Reis Ciganos que ao perderem o controle sobre o comércio do chuvisco passaram a cantar músicas horríveis como forma de sobrevivência)
Hoje o chuvisco tornou-se um cisto em nossa sociedade.
Normalmente, os chuviscos não se proliferam sozinhos, são intermediados por meio das simpáticas senhoras do interior, cujas ancestrais foram as velhinhas que aroubaram o segredo dos ciganos.
Elas participam de todas as fases da ação, desde a criação, distribuição no mercado, e claro, a busca de vítimas, que se dá por meio de "amostrinhas para experimentar", assim como fazem os experientes traficantes dos mais variados tipos de drogas.
(Velhinhas Perigosas)
A chuviscolatria é uma doença e o portador precisa e merece cuidado e tratamento médico digno, pois na primeira experiência com o chuvisco, substâncias altamente viciantes dominam o cérebro do paciente, que passa a ter cada vez mais necessidade de seu uso e em doses cada vez maiores.
A simples retirada causa fortes e dolorosas síndromes de abstinência, capazes de gerar desde dores de cabeça, alucinações e até mesmo psicoses.
O chuvisco é uma droga e mata. Mata a fome de quem come e quem tá com vontade de chuvisco mata por um chuvisco.
Fica então um alerta à nossa sociedade, pois a prática da chuviscolatria ou chuviscofagia, é cada vez mais comum, os usuários não são marginais, podem ser seu colega de trabalho, seu vizinho, a moça que vende cachorro quente na rua.
E a próxima vítima do chuvisco pode ser você.
(Abaixo, bárbaros que consumiam chuvisco com propósitos alucinógenos)
Era comum o uso do chuvisco por estes guerreiros e suas famílias.
Os bárbaros ficavam doidões, e queriam cada vez mais e mais chuviscos.
Não havia necessidade de motivos especiais para comerem os chuviscos, eram utilizados por todos a qualquer hora do dia ou da noite.
De fato eles achavam que os chuviscos lhes concediam poderes mágicos, pois acreditavam que eram presentes dos deuses aos homens, e seria uma desonra abster-se deles.
Havia ainda ocasiões especiais e sagradas para os bárbaros consumirem felizes seus chuviscos, ou "xullviscows" onde grandes animais eram sacrificados, assados e comidos em cerimônias denominadas "Xull Rascow" do antigo amaranto para "churrasco",que significava "Bixos grandes caçados,assados com bebida e chuviscos pra caraca", como uma forma de agradecimento às divindades por terem enviado o chuvisco à Terra.
(O churrasco ficou bárbaro!)
Acredita-se que foram trazidos para o continente americano por Reis ciganos por volta de 1600, porém, como era de difícil criação e transporte, era consumido apenas pela realeza e burguesia, sendo durante muito tempo a maior fonte de renda dos ciganos que os comercializavam. No segundo trimestre de 1600 entretanto, o Rei Leão 23, "O guloso" ordenou aos ciganos que tornassem pública as formas de obtenção do chuvisco, mas como esta era a grande fonte de renda destes andarilhos, ao invés de renderem-se às ordens do Rei, estes fugiram para o Brasil, refugiando-se na região de Campos dos Goitacazes, Rio de Janeiro.
Os historiadores citam este momento como sendo o marco de transição de controle sobre os chuviscos para sorrateiras e ardís velhinhas do interior da região, que , ao acolherem os ciganos em suas residências, roubaram deles o até então guardado milenar segredo dos chuviscos.
É extremamente difícil encontrar chuviscos na natureza. Algumas vezes você consegue encontrar chuviscos reproduzidos em cativeiro (como mostra a imagem ao lado) entretanto eles não possuem as características exatas do chuvisco caseiro selvagem.
Nem por isto, perdem seu valor de mercado ou deixam de ser apreciados pelos adeptos de seu consumo, mais conhecidos como "chuviscólatras". O chuviscólatra é uma vítima inocente e ingênua dos encantos do chuvisco, o que nos remete à lembrança da lenda das sereias, que agiam da mesma forma sutil e sedutora, com o simples objetivo de conquistar suas vítimas.
(Ao lado, figura dos Reis Ciganos que ao perderem o controle sobre o comércio do chuvisco passaram a cantar músicas horríveis como forma de sobrevivência)Hoje o chuvisco tornou-se um cisto em nossa sociedade.
Normalmente, os chuviscos não se proliferam sozinhos, são intermediados por meio das simpáticas senhoras do interior, cujas ancestrais foram as velhinhas que aroubaram o segredo dos ciganos.
Elas participam de todas as fases da ação, desde a criação, distribuição no mercado, e claro, a busca de vítimas, que se dá por meio de "amostrinhas para experimentar", assim como fazem os experientes traficantes dos mais variados tipos de drogas.
A chuviscolatria é uma doença e o portador precisa e merece cuidado e tratamento médico digno, pois na primeira experiência com o chuvisco, substâncias altamente viciantes dominam o cérebro do paciente, que passa a ter cada vez mais necessidade de seu uso e em doses cada vez maiores.
A simples retirada causa fortes e dolorosas síndromes de abstinência, capazes de gerar desde dores de cabeça, alucinações e até mesmo psicoses.
O chuvisco é uma droga e mata. Mata a fome de quem come e quem tá com vontade de chuvisco mata por um chuvisco.
Fica então um alerta à nossa sociedade, pois a prática da chuviscolatria ou chuviscofagia, é cada vez mais comum, os usuários não são marginais, podem ser seu colega de trabalho, seu vizinho, a moça que vende cachorro quente na rua.
E a próxima vítima do chuvisco pode ser você.
terça-feira, 15 de junho de 2010
A Nova Onda do Imperador

Well, parece que os blogs voltaram a moda. Meu bonito me falava sobre isto outro dia, me pareceu uma boa idéia...
Não que eu seja uma seguidora de modinhas, mas , enquanto estou impedida de realizar minhas atividades físicas, pode ser algo bom pra desabafar e lançar idéias ao leo... (sempre me perguntei quem seria este tal de Leo...eu tive um namorado chamado Leo uma vez, nós terminamos, infelizmente descobrí que ele era viado, nada contra viados, tenho vários amigos viados e viadas, mas sabe, isto não faz bem pro ego de uma adolescente e...caraca, do que eu tava falando mesmo???) e quem sabe convenço a Malú a voltar a escrever, afinal o repertório de bubagens dela parece nunca ter fim.... Ela pelo menos ainda está lutando. Não que eu não esteja, mas hoje, meus adversários são outros.
Mas enfins, back to black.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Minha tattoo

Ano novo, vida nova... até com tatuagem!
Fiz a minha primeira tattoo, uma mangá, de quimono e faixa preta, com o nome da minha filha embaixo... Pra quem me dizia que não dói nada, só uma coisa: vai mentir assim na PQP!
Nossa, foram quatro horas de sessão, mas o resultado valeu a pena, na minha opinião, claro.
Fiz com a Akemi, uma tatuadora do Leds, que é um amor de pessoa, por sinal. Conversamos bastante, ela foi super gentil e vou levar o nome dela nos meus kimonos, pra disputar os campeonatos de judô desse ano.
Preciso perder peso pra lutar na minha categoria, mas aí já é outra batalha e outra história...
Quem se interessar pelo trabalho da Akemi, olha aí o fotolog dela:
http://www.fotolog.com.br/akemi_tattoo/72536373
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Alguma coisa deu errado...
NO CORPÃO .
NOT YET,
Ainda to com aquele corpo sagrado.
Pra quem mora na Índia...
Os esforços foram ridículos, não há ninguém a quem culpar além de mim por não estar com o tal corpão.
Não houve frequência e, pra piorar, uma pequena lesão minou os treinos - e os remédios causaram um coquetel bombástico de retenção hídrica, fazendo com que esta que vos fala adquirisse praticamente a forma de um balão.
Mas eu sou brasileira, comecei o ano treinando jiu, musculação e não sei se páro ou continuo a natação.
Outro problema é que eu fico me machucando a toa nos treinos, isso, confesso que não ajuda...
Pelo menos acredito estar com meu emocional mais sob controle, estou bem animada para voltar com força total.
A velha estória do ano novo, vida nova...
Ainda to com aquele corpo sagrado.
Pra quem mora na Índia...
Os esforços foram ridículos, não há ninguém a quem culpar além de mim por não estar com o tal corpão.
Não houve frequência e, pra piorar, uma pequena lesão minou os treinos - e os remédios causaram um coquetel bombástico de retenção hídrica, fazendo com que esta que vos fala adquirisse praticamente a forma de um balão.
Mas eu sou brasileira, comecei o ano treinando jiu, musculação e não sei se páro ou continuo a natação.
Outro problema é que eu fico me machucando a toa nos treinos, isso, confesso que não ajuda...
Pelo menos acredito estar com meu emocional mais sob controle, estou bem animada para voltar com força total.
A velha estória do ano novo, vida nova...
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